Diabetes mellitus não insulino-dependente (Tipo 2 ou diabetes de adulto) - O Tipo 2 aparece quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz; ou não produz insulina suficiente para controla a taxa de glicemia. Cerca de 90% das pessoas com diabetes têm o Tipo 2. Ele se manifesta mais frequentemente em adultos, mas crianças também podem apresentar. Dependendo da gravidade, ele pode ser controlado com atividade física e planejamento alimentar. Em outros asos, exige o uso de insulina e/ou outros medicamentos para controlar a glicose.A diabetes mellitus tipo 2 – anteriormente designada por diabetes mellitus não-insulino-dependente ou diabetes tardia – é umdistúrbio metabólico caracterizado pelo elevado nível de glicose no sangue no âmbito da resistência à insulina e pela insuficiência relativa de insulina.[2] Distingue-se da diabetes mellitus tipo 1, na qual se verifica a deficiência completa de insulina devido à destruição dos ilhéus de Langerhans no pâncreas.[3] Os sintomas clássicos são a sede excessiva, a micção frequente e a fome constante. A diabetes do tipo 2 corresponde a cerca de 90% dos casos de diabetes, correspondendo os restantes 10% à diabetes mellitus do tipo 1 e à diabetes gestacional. Pensa-se que seja a obesidade a principal causa da diabetes de tipo 2 em indivíduos geneticamente predispostos. O tratamento inicial da diabetes de tipo 2 é feito através de exercício físico e alterações na dieta. Se estas medidas não diminuírem o nível de glicose no sangue, pode ser necessário recorrer à administração de medicamentos, como a metformina ou a insulina. Em indivíduos dependentes de insulina, torna-se normalmente necessária a realização de exames de rotina aos níveis de glicose no sangue. A incidência da diabetes tem subido de forma significativa nos últimos 50 anos, em paralelo com a obesidade. No ano de 2010 existiam cerca de 285 milhões de pessoas afectadas pela doença, muito mais do que os 30 milhões de casos registados em 1985. Entre as possíveis complicações a longo prazo de níveis elevados de glicose no sangue estão as doenças cardiovasculares, os acidentes vasculares cerebrais, a lesão da retina provocada pela retinopatia diabética, a insuficiência renal e a necessidade de diálise e a má circulação sanguínea nos membros, o que pode levar à sua amputação. A complicação com cetoacidose é rara, já que se trata de uma característica da diabetes do tipo 1.[4] No entanto, pode ocorrer um coma hiperosmolar não cetótico.
Dióxido de silício coloidal (sílica coloidal, sílica coloidal anidra, anidrido silício, Aerosil , Cab-O-Sil) - É obtida por hidrólise da fase de vapor de um composto de sílica. Apresenta-se como um pó submicroscópico amorfo, fino, não arenoso, leve, branco, higroscópico, inodoro e insípido com tamanho de partícula ao redor de 15 nm. Fórmula molecular: SiO2 PM:60,08 Propriedades: Solubilidade: praticamente insolúvel em solventes orgânicos, água e ácidos, exceto no ácido fluorídrico, solúvel em soluções aquecidas de hidróxidos alcalinos. Forma dispersão coloidal com a água. Fluxo: seu pequeno tamanho de partícula e grande área de superfície específica proporciona características desejáveis de fluxo. Emprego: Adsorvente, dessecante, deslizante (0,1 0,5%), agente suspensor (2,0 10%), agente de viscosidade (2,0 a 10%), agente anti-caking. O dióxido de silício coloidal melhora as propriedades de fluxo de pós. É empregado para aumentar a compatibilidade de misturas eutéticas, substâncias deliqüescentes e higroscópicas (USP Pharmacists Pharmacopeia, 2005). É também frequentemente adicionado em formulações de supositórios contendo excipientes lipofílicos para aumentar a viscosidade e prevenir a sedimentação durante a moldagem. É também utilizado como agente dispersante de líquidos em mistura de pós e como estabilizante de emulsões e espessante em géis e preparações semi-sólidas.Estabilidade e estocagem: O dióxido de silício coloidal é higroscópico, mas adsorve uma grande quantidade de água sem se liquefazer.Quando utilizado em sistemas aquosos em pH de 0 a 7,5 é efetivo no aumento da viscosidade. Entretanto, em pH maior que 7,5 a propriedade de aumento de viscosidade do dióxido de silício coloidal é reduzidas e em pH maior que 10,7 esta propriedade é totalmente perdida devido à dissolução do dióxido de silício, formando silicatos. Deve ser acondicionado em recipiente bem fechado e armazenado em local seco.Incompatibilidades: É incompatível com preparações contendo dietilestilbestrol.Segurança: É amplamente utilizado em preparações farmacêuticas de uso oral e tópico, sendo considerado uma substância não tóxica e não irritante. Está incluído no Guia de Ingredientes Inativos do FDA para uso em cápsulas, comprimidos, suspensões, preparações transdérmicas e vaginais.
Dióxido de titânio - é particularmente útil para o tratamento de água não potável. Funcionando como um filtro, o material é eficiente e tem baixo custo — evitando incrustações —, bloqueando a passagem de quaisquer contaminantes. Ao expor o dióxido de titânio ao sol, torna-se possível ainda separar o hidrogênio de águas não potáveis. O produto pode então ser utilizado como combustível em fábricas. De acordo com os criadores, a substância, atualmente, é capaz de gerar 1,53 milímetros de hidrogênio por litro de água, processo que toma uma hora. Trata-se de um desempenho três vezes melhor do que o dos tradicionais catalisadores de platina.O dióxido de titânio, também conhecido como o titânio (IV) ou óxido de titânia, é o óxido natural de titânio, com a fórmula química TiO2. Quando usado como pigmento, é chamado de titânio branco, pigmento branco 6 ou CI 77891. Tem uma vasta gama de aplicações, da pintura ao protetor solar, para o corante. Quando usado como um corante alimentar, tem o número E E171. A IARC (International Agency for Research on Cancer) atribuiu-o a categoria 2B (possivelmente carcinogênico para humano). O Dióxido de Titânio tem sido usado em alimentos, medicamentos e cosméticos desde pelo menos 1938. Foi listado provisoriamente na Emenda de Aditivos Corantes de 1960 (1960 Color Additive Amendment) e foi listado permanentemente em 1963. Seu uso é regulado sob uma das seguintes seções do Código de Regulamentos Federais, CFR Title 21:
· Section 73.575-Alimentos
· Section 73.1575-Drogas
· Section 73.2575-Cosméticos
É permitido em medicamentos e cosméticos, incluindo a área dos olhos sem limitações. Porém, o uso do Dióxido de Titânio está restrito ao 1% do peso nos alimentos. Também está aprovado na maioria dos países, muitos dos quais usam as especificações da WHO/FAO tal como é publicada na FAO Food & Nutrition Paper No. 52/1 and Z.

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